Time of my Life

“Time of my Life”, significa “Tempo da minha Vida”… o espaço temporal em que, não tive a oportunidade de escrever os meus artigos (como gostaria) e de deliciar os meus leitores, com as minhas sátiras políticas e com os mais variados assuntos da actualidade nos quais, dava um toque refinado à critica que fazia.

Apesar de, não ter podido publicar os meus posts, espero dentro em breve, começar a escrever.

Mas, calma lá! Então o que estou a dizer? Dentro em breve?

Afinal, o que estou a fazer? Se não é escrever, então não sei o que é!?

Agora começo a perceber… Será que regressei?!

Estou de regresso!!!

Então, sendo assim, considero que, os meus leitores têm o direito de saber o, porquê da minha ausência.

Mas irei contar de uma forma que, me fará sentir, digamos mais “protegida”… depois verão o porquê.

“Era uma vez”, uma menina chamada Rita… E porquê este nome? Esse nome porque, o meu avô paterno e os meus pais quiseram, honrar a esposa e mãe que, tinha partido.

Mas, continuando,… essa menina tinha e tem olhos cor de azeitona e um cabelo cor de chocolate. Era e é a menina dos olhos da família e a alegria da casa! Cresceu feliz e contente! Apesar de, durante a adolescência ter ocorrido um dissabor… (que contarei um pouco mais à frente).

Até ao dia… em que, um príncipe encantado (pensava ela) pediu sua mão em casamento. Casou como uma princesa… como se fosse um conto de fadas!

Mas afinal era um sapo… disfarçado de príncipe!
Pelo Natal (de 2012) fiquei doente, intensificaram-se as crises convulsivas (este é o dissabor que falei à pouco… chama-se epilepsia o “Sr. Dissabor”). E no início de 2013, quando reparou que fiquei melhor, pediu-me o divórcio… O disfarce desapareceu e a máscara caiu, descobri que me traía, há já algum tempo e com um homem. Fiquei destroçada.

Agora já percebem a minha ausência?

Ah, já me esquecia… quando referi que, contaria de uma “forma mais protegida”, foi porque, quando se conta uma história às crianças, conta-se de uma forma bonita, mesmos os acontecimentos menos simpáticos… e neste caso, a “criança” sou e fui eu, visto que, assim como as crianças precisei de colo, carinho,…! A minha família foi o meu porto de abrigo, quando caí ao mar e não conseguia voltar a terra.

E neste momento, já estou bem para poder escrever aos meus leitores que, nunca me abandonaram! Aqueles que, continuaram a ver todos os dias o Silêncio que não quer Calar, mesmo quando não publicava.

Obrigado a todos!

E se quiserem podem aceder e pôr um “GOSTO” na minha página do facebook https://www.facebook.com/#!/silencioquenaoquercalar?fref=ts

Silêncio que não quer Calar

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