Os Empregos “Faz de Conta”

Hoje, irei falar dos Empregos “Faz de “Conta”.

Actualmente, o assunto que é mais referido no noticiário, é o grave aumento do desemprego, principalmente na faixa etária mais jovem. Os jovens que estão mais preparados para enfrentar o mercado de trabalho, ou seja, os licenciados e mestrados ou até os doutorados estão na fila do Centro de Emprego à espera de uma solução para o começo da sua carreira profissional. Mas estes jovens, rapidamente se aperceberam que, essa espera era inglória… Então muitos desses jovem emigraram, para outros países, onde encontrariam mais oportunidades, que aqui não encontraram… ou então simplesmente, seguiram o conselho do nosso Primeiro – Ministro Passos Coelho. Ora, aonde já se viu um Governante “aconselhar o abandono do país” das pessoas que o poderiam levantar?

Existem três meios, para que a população mais jovem não emigre, e são elas: o Impulso Jovem, a Medida Estímulo 2012 e por fim o Programa de Estágios Pofissionais quee já existia a algum tempo. E posso começar, por falar neste Programa de Estágios Profissionais. Estes Estágios têm por duração 9 meses, em que a entidade promotora se candidata através do site do IEFP, para que o IEFP encontre um candidato da área pretendida pela empresa, por exemplo: uma Empresa de Contabilidade “pede” um licenciado em Contabilidade. Esta empresa ao receber este candidato paga uma certa parte da remuneração e a outra parte da remuneração é paga pelo IEFP (http://www.iefp.pt/apoios/candidatos/Estagios/Paginas/ProgramaEstagiosProfissionais.aspx). O Impulso Jovem, são também estágios em várias áreas, com a duração de meses, em que as empresas promotoras se candidatam, dependendo da área serão ou não comparticipadas na totalidade ou em parte (http://www.impulsojovemportugal.pt/). Por último, a Medida Estímulo 2012 resume-se em fazer o retorno dos desempregados ao mundo do trabalho, também pela duração de meses, também comparticipada em parte pela entidade promotora que se candidata, através do site do IEFP (http://www.iefp.pt/apoios/empresas/Paginas/MedidaEstimulo2012.aspx).

Chegando, deste modo à conclusão que, a parte que não é comparticipada pela entidade promotora, vulgo Empregador, paga o Estado e quem é o Estado?

Somos nós! Somos, quem paga o restante, com o dinheiro dos nossos descontos! 

E chamam a isto emprego?

E na maioria dos casos, depois de fazer o Estágio o “trabalhador” vai para casa e porquê? Quando acaba, o Empregador não quer fazer contrato a esse trabalhador, prefere pôr outro no lugar nas mesmas condições.

É o País que temos!!!

Silêncio que não quer Calar

(nota: se houver algum erro ou que me tenha explicado mal, podem informar-se através dos links que coloquei)

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